Baronia D’Alvito recria período da Idade Média
Escrito por MarcoAbundancia em 12/06/2026
Alvito recebe esta sexta e sábado, mais uma edição da Baronia D’Alvito – A Primeira de Portugal.
A iniciativa transforma a Praça da República num autêntico cenário quinhentista, convidando residentes e visitantes a viajar no tempo e a descobrir a riqueza histórica, cultural e patrimonial de Alvito.
Segundo a Câmara de Alvito, nestes dois dias, “a recriação histórica evocará o período áureo da primeira Baronia de Portugal, através de um programa diversificado que integra cortejos, teatro de rua, artes circenses, música, dança, animação itinerante, mercado quinhentista, gastronomia tradicional e atividades dirigidas a todas as faixas etárias”.
A abertura oficial acontece esta tarde, pelas 17h00, com a inauguração do Mercado Quinhentista e dos Manjares do Reino.
O programa contempla ainda diversas atividades para crianças, cortejos temáticos, espetáculos de teatro e recriação histórica, danças tradicionais e orientais, artes circenses e momentos de animação permanente que recriarão o ambiente vivido na antiga Baronia.
Amanhã, as festividades prosseguem com jogos e brincadeiras de outrora, oficinas e atividades pedagógicas, teatro de rua, animação musical, espetáculos de dança e recriações históricas que retratam o quotidiano da época e a vida do Conde-Barão de Alvito.
A Câmara de Alvito destaca a chegada e tomada de posse do Conde-Barão, os cortejos históricos, os espetáculos de teatro e fogo, as atuações dos músicos itinerantes, as danças orientais e os diversos momentos de interação com o público que prometem envolver toda a comunidade numa experiência única de celebração da identidade local.
A Baronia D’Alvito afirma-se, assim, como um “evento de valorização do património histórico e cultural do concelho, contribuindo para a dinamização do território, a promoção turística da região e o fortalecimento do sentimento de pertença da comunidade”, segundo a autarquia alvitense.
As explicações são do presidente da Câmara Municipal de Alvito, José Efigénio, que fala num “momento único”.