A História


 

A 1 de Março de 1993, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vidigueira tornou-se única, ao receber da Liga dos Amigos de Vidigueira, a Rádio Vidigueira.

A Rádio Vidigueira que tem sido ao longo dos seus 29 anos de existência uma referência na região. Os meios de comunicação de proximidade, como é o caso das rádios locais, são de extrema importância no desenvolvimento de um território. Caracterizam-se por vínculos de pertença, enraizados na vivência das pessoas e refletidos num compromisso com o lugar e com informação de qualidade. É assim a Rádio Vidigueira. Uma estação de radiodifusão local, com uma visão universal da informação, da cultura e da universalidade que a rodeia.

Única no panorama nacional, ou não pertencesse a uma Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários – a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Vidigueira, serve como porta-voz da população, permitindo assim o desenvolvimento da cultura local. Atua como utilidade pública ao ser voz ativa e parceira de instituições locais e regionais, na promoção, divulgação, e preservação do património da região, como é o caso do Cante Alentejano, classificado como Património Cultural e Imaterial da Humanidade, pela UNESCO, tem no entretenimento e na música a sua base de atuação e como seu grande aliado a informação, à qual confere identidade o que lhe permite um fortalecimento da estação.

No Alentejo, onde o tempo tem outra dimensão e tudo é sentido de modo diferente, a Rádio Vidigueira, tal como outras rádios regionais, difere dos media nacionais pela sua forte territorialização, pelos seus públicos e pela proximidade face aos agentes e às instituições que dominam este espaço, expressando as especificidades desta região, os acontecimentos e os diferentes pontos de vista, a partir dos cidadãos, das organizações e dos diferentes segmentos sociais.

Com características imparciais, sem dependências ideológicas, políticas, jornalísticas, económicas ou religiosas, a Rádio Vidigueira dirige-se a um público plural e entende que a opinião pública informada e interveniente é condição indispensável a uma sociedade aberta, democrática e responsável, contribuindo assim para o processo de crescimento e desenvolvimento económico, social e cultural do seu concelho e da região, ao mesmo tempo que ultrapassa, na sociedade contemporânea e no mundo globalizado em que vivemos, o enraizamento, a estabilidade, o limite, a fronteira e fixidez, passando a estar ligados aos conceitos de movimento, fluidez e de conexão. Com as reestruturações das fronteiras, o território passa a ser entendido como resultado da interação entre múltiplas dimensões sociais. O local não se realiza só na lógica de proximidade, mas pela co-presença que ultrapassa limites geográficos e dispõe de bases e fluxos informativos comuns, interligados.

É importante, por isso, que consigamos contribuir para que o Alentejo tenha futuro. Um Alentejo onde naveguem notícias, debates, música… os sons da nossa identidade e da terra que nos viu nascer. Um Alentejo que ocupe o lugar que lhe cabe: um lugar na história do país, da Europa e do mundo.

DO CORAÇÃO DO ALENTEJO PARA O MUNDO.



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