Baixo Alentejo reforça inovação e cooperação com projeto europeu SOCORE
Escrito por MarcoAbundancia em 09/03/2026
O Baixo Alentejo foi, entre 3 e 5 de março, palco da segunda reunião do projeto europeu SOCORE – Competências Sociais para Infraestruturas de Investigação e Inovação, cofinanciado pela União Europeia através do programa Interreg Europe.
Segundo revelou a CIMBAL – Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo em nota de imprensa, este encontro “reuniu parceiros internacionais e representantes locais para debater adaptabilidade e inovação, com foco em respostas regionais às alterações climáticas e na importância da cooperação entre entidades públicas e privadas para enfrentar os desafios económicos, sociais e ambientais da região”.
No primeiro dia, teve lugar uma sessão de revisão pelos pares, onde foram apresentados diversos projetos regionais em desenvolvimento, assim como foi efetuada uma apresentação da estrutura regional de Proteção Civil pelo Comandante Sub regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo. Já no segundo dia, o programa incluiu visitas de estudo à Estação Biológica de Mértola e ao Centro Alqueva, com apresentações de iniciativas e estratégicas ligadas à sustentabilidade e ao desenvolvimento territorial, destacando ainda projetos desenvolvidos pela Incubadora de Inovação Social do Baixo Alentejo (IISBA CEI).
Este encontro internacional contou com a presença de vários stakeholders regionais, entre os quais representantes do Município de Mértola, da EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva, da Autoridade Sub-regional de Emergência e Proteção Civil, da CCDR Alentejo, da IISBA CEI e do CEBAL – Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro Alimentar do Alentejo.
Segundo a CIMBAL, o projeto SOCORE, com um orçamento global superior a 1,6 milhões de euros, reúne nove parceiros de diferentes países (incluindo Portugal através da CIMBAL, Polónia, Holanda, Itália, Lituânia e Moldávia) e “aposta na ideia de que as competências sociais, como criatividade, adaptabilidade, espírito empreendedor e capacidade de trabalhar em contexto internacional, são tão fundamentais quanto infraestruturas físicas para impulsionar a inovação”.